sábado, 14 de janeiro de 2012

Lula com shimeji



E lá vamos nós começar tuuudo de novo... 
O primeiro post do ano demorou mas vem com uma receitinha imperdível!!!!
Essa semana eu estava olhando uma revista e na última página falava sobre lula. Dizia que é um alimento altamente proteico, com baixo teor calórico e só contraindicado pra pessoas com alergia a frutos do mar.

A primeira receita era lula recheada com shimeji. Claro que minha cabeça começou a trabalhar, mas a lula que eu tinha em casa congelada já estava cortada em anéis. Resolvi misturar tudo!

Anota aí:

400g de shimeji (2 bandejinhas daquelas pequenas)
350g de lula em anéis (separe os tentáculos dos anéis)
Shoyo a gosto
Gengibre (eu usei em pó, mas se tiver do fresco melhor ainda!)
Gergelim preto

Lave bem o shimeji (eu deixo de molho na água com vinagre por uns 20 minutos). Leve ao fogo em uma panela com bastante água até ferver. Escorra a água.
Coloque 1 colher de sopa de manteiga em uma panela, fogo baixo, e misture o shimeji. Jogue bastante shoyo e mexa bem. Depois de 3 minutos acrescente os tentáculos. Mais dois minutinhos e coloque os anéis, mexa e deixe cozinhar em fogo baixo com a panela destampada. Acho que o meu ficou menos de 10 minutos. Veja bem que lula não pode cozinhar muito senão vira borracha.. Desligue o fogo e tampe a panela até servir. Antes de servir eu polvilhei um pouco de gergelim preto.

Dá pra duas pessoas comerem muito bem e ainda sobra pra marmita!!!

Para acompanhar fiz arroz de jasmim e salada de agrião com tomate cereja.
Almocinho express pra quem não quer perder o sábado todo na cozinha!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Torta chiffon de chocolate


Resolvi postar essa receita porque pretendo fazer pro Natal e queria dividir com vocês, vai que alguém decide fazer também né!
Ela é bem diferente porque a massa da torta é feita com castanha do Brasil. Essa receita é de um livro que o Luis me deu de aniversário ano passado chamado Chocolate. É um livro inglês da editora Love Food. E como o nome sugere todas as receitas são feitas com chocolate. Tortas, bolos, sorvetes, bombons, petit fours, cookies e por ai vai.

Quase um ano de blog e eu continuo péssima fotógrafa...

Como vocês podem observar, eu tirei as fotos do livro pois na época em que fiz a receita este humilde blog ainda não existia.
Ela é bem gostosa e fácil de fazer. O sabor da castanha faz toda a diferença. Eu tô pretendendo fazer um mix com as castanhas e nozes que tenho em casa pois acho que vai ficar gostoso também. Além desta torta vou fazer também uma pirâmide de carolinas mais ou menos pareceida com esta (meu primeiro post!), mas não com toda esta estrutura, tudo coladinho e perfeito pois não haverá tempo para tanto. De qualquer forma se ficar bonito eu mostro depois!

E vamos à nossa torta!

Massa:
225g de castanha do Brasil
4 colheres de sopa de açúcar refinado
4 colheres de chá de manteiga amolecida

Recheio:
225 ml de leite (gordo tá! acho que o desnatado aqui vai ficar meio aguado)
2 colheres de chá de gelatina branca
115g de açúcar de confeiteiro
2 ovos (clara e gema separadas)
225g de chocolate meio amargo
1 colher de chá de baunilha
150 ml de creme de leite fresco
2 colheres de sopa de castanha para decorar

Processe as castanhas para triturá-las. Em seguida adicione o açúcar e depois a manteiga. Espalhe numa forma de torta de 23 cm, pressionado o fundo e as laterais. Leve ao forno (200 graus) por 8 a 10 minutos, ou até dourar. Deixe esfriar.

Coloque o leite em uma vasilha e espalhe a gelatina. Mexa por 2 minutos e leve em uma panela em banho maria. Misture metade do açúcar de confeiteiro, as gemas e o chocolate picado. Mexa sem parar no fogo baixo até a gelatina dissolver e o chocolate derreter. Retire do fogo e mexa até ficar fofo, leve, cremoso. Misture a baunilha e leve à geladeira por uma hora.

Bata o creme de leite até virar chantilly. Separe 3 colheres de sopa e misture o restante no creme de choclate. Bata as claras em neve e adicione 2 colheres de chá do açúcar. Bata até ponto de suspiro. Coloque todo o açúcar restante no suspiro e misture tudo com o creme de chocolate.
Coloque o creme na massa (que já esfriou) e leve á geladeira por 3 horas.
Decore com o restante do chantilly e raspas de castanha.


Depois que eu escrevi toda receita percebi que as claras vão cruas . Minha tia tinha pedido pra eu não fazer doce com ovo cru. Será que se eu omitir as claras e aumentar um pouco o chantilly e a gelatina dá certo? Se alguém tiver uma sugestão, aceito tá!

Bom, aproveito pra desejar a todos um Feliz e abençoado Natal e que 2012 seja um ano especial cheio de sonhos realizados e metas alcançadas!
Agradeço o carinho de todos vocês que acompanham meu bloguinho, lendo, deixando comentários (aqui e no Facebook) e ano que vem tem mais receitas!

Beijo grande!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Salada Tropical


Minha mãe faz essa salada desde que eu era pequena criança e é sucesso total, pelo menos pra mim.
Fácil, rápida e acho que combina muito com Natal.
Já faz tempo que eu  queria postar essa salada, ai semana passada deu vontade. Fiz pra gente almoçar, mas fiz a receita inteira. Quando marido sentou perguntou se mais alguém ia almoçar em casa... Rende mesmo!
Substitui o frango defumado por peito de peru porque naquele dia foi mais conveniente (preço, facilidade de encontrar etc), mas recomendo que você use o frango, chester, tender ou até um queijo provolone ou parmesão no caso de uma salada vegetariana.

1 lata de abacaxi em calda
1 lata de milho
2 maçãs verdes
1chester ou frango defumado ou tender
1 lata de creme de leite
3 colheres de sopa de maionese
1 colher de sopa de molho inglês (coloquei 2)

Corte o abacaxi (bem escorrido) e as maçãs em cubinhos. Desfie o frango/chester ou corte o tender em cubinhos. Misture bem todos os ingredientes e leve à geladeira.

Eu servi com frango assado (comprado hihihi) e risoto de açafrão (próximos capítulos).



Pronto! Aposto que vai fazer sucesso na sua ceia junto com o peru, farofa e arroz com amendoas...hummm

Beijinhos

sábado, 10 de dezembro de 2011

Pé de moleque



Andei sumida esta semana porque tive que fazer mudança... não gostei sabe! Um stress, montes de caixas, sujeira. E descobri que não é ecologicamente correto. Montes de plástico e papéis pra enrolar toda louça e copos, só de pensar me dá arrepio... Mas em dois dias conseguimos arrumar tudo e agora minha nova casa já parece um lar!

Outro dia recebi uma encomenda bem grande... 900 docinhos e 2 kg de pé de moleque! Adorei, tive ajuda de uma amiga anjo que veio enrolar docinhos comigo e consegui entregar tudo antes do horário determinado!
Nunca tinha feito pé de moleque antes de receber essa encomenda. Até porque é um doce que eu nunca tinha pensado em fazer. Nem sabia que era tão gostoso. Sim, eu sei, você está lembrando daquele pé de moleque que a gente ganha em festa junina de colégio. Mas esquece isso, o caseiro (pelo menos esse que eu fiz) não tem nada a ver com aquele.
É um doce que eu não levantaria do meu sofá pra fazer, mas se eu estivesse sentada no sofá com um pote dele não levantaria também.
Fiquei muito surpreendida com o sabor e a maciez e acho que a amiga que encomendou também gostou!

Nem sei direito de onde veio essa receita. Olhei muitas na internet, no livro da Dona Benta...mas é tudo bem parecido. Pensei nas quantidades que achei que seriam adequadas pra conseguir o resultado que eu imaginava e ai está:

500g de amendoim torrado e sem pele (vale a pena pagar mais caro do que pelar o amendoim em casa!)
500g de açúcar (bem light)
1 lata de leite condensado
1 colher de café de bicarbonato

Coloque em uma panela o amendoim e o açúcar. Mexa até começar a virar caramelo.



Assim que o açúcar começar a derreter coloque o leite condensado e o bicarbonato e mexa muito bem.


Cuidado porque isso queima e muito. Espirrou uma bolota no meu dedo e eu fiquei duas horas sem mexer de tanta dor!
Assim que desgrudar do fundo e das laterais da panela (ponto de brigadeiro) desligue o fogo e despeje numa assadeira untada com manteiga.


Quando esfriar um pouco, corte do tamanho desejado. Eu fiz quadradinhos bem pequenos porque ela ia colocar em potinhos pra entregar de lembrança do aniversário.
Viu que fácil! Quem disse que pé de moleque só pode na Festa Junina?

Beijos e bom fim de semana!

domingo, 27 de novembro de 2011

Pão de batata


Fazer pão é muito legal. Acho o máximo eu saber exatamente o que como, a qualidade dos ingredientes, se tudo está fresquinho. Queria ter tempo e ser mais magra  pra testar mil receitas, mas enquanto o tempo não se multiplica, faço esse pão que é rápido e satisfaz meus desejos por pão caseiro!

Esse pão de batata faz muito sucesso! Sempre faço aqui em casa e a gente adora. Outro dia fiz pra uma reunião de família e acredita que até a tia Clarice pediu a receita!? rsrsrs
A receita é do Testado, provado e aprovado, blog da tia Renata. Super fácil, relativamente rápido e fica mais gostoso ainda no dia seguinte.

Anota aí:
Ingredientes:
200g de batata cozida (deve ser pesada crua! Dá mais ou menos duas batatas grandes)
1/2 xícara de leite
1 ovo
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de manteiga amolecida
2 colheres de chá de fermento biológico seco
Mais ou menos 400g de farinha de trigo

Amasse a batata. Junte o leite, o ovo, o sal, o açúcar, a manteiga, o fermento e metade da farinha. Bata bem na batedeira ou com uma colher, até ficar bem pastoso. Acrescente a farinha aos poucos até que forme uma massa lisa e macia, Unte a tigela com óleo, coloque a massa, cubra com um pano e deixe descansar até dobrar de volume. Eu deixo dentro do forno desligado e se estiver calorzinho no dia, em menos de meia hora a massa tá pronta.

Faça bolinhas e, se quiser, recheie. Normalmente eu recheio com mussarela. Já tentei outros, mas esse é o que mais agrada. Sem recheio também fica ótimo, aí você pode fazer sanduichicnhos de salame, queijo, azeitona..hummmm
Voltando... Coloque as bolinhas prontas em assadeira untada. Deixe crecer mais um pouco e leve ao forno pré aquecido (200 graus) até dourar.

Só algumas observações... Se você não tem balança, não é o fim do mundo. Da última vez eu fiz na casa da mami , que não tem balança, e fui colocando a farinha até a massa ficar macia mas sem grudar. Mas posso dar um pitaco na sua cozinha? Se você gosta de cozinhar, compre uma balança! Minha vida ficou mais fácil depois que eu comprei a minha, que por sinal é super simples e custou R$30,00 na Rua Paula Souza (próxima à R. 25 de março) em São Paulo.
Na hora de fazer a bolinhas passe um pouco de óleo nas mãos, facilita muito.

Uma receita rende uns 18 pães, iguais a estes da foto.


Beijinhos e boa semana!!!

domingo, 20 de novembro de 2011

Ai que saudade do céu, do sal, do sol de Maceió!

Entendeu porque eu tô com saudade de Maceió?
Esse é o refrão de uma música que, nós turistas, ouvimos em Maceió o dia inteiro, em diversos ritmos diferentes: forró, pagode, samba, balada romântica...No fim a gente acaba rindo muito da situação e lógico, aprende a cantar a música...rs
Maceió é um lugar maravilhoso. Praias lindas com águas mornas, sol muito sol, camarões, sorvetes, tapiocas, sucos...aiai que saudade de Maceió!

No primeiro dia de viagem, passeamos pelas praias urbanas perto do hotel. Almoçamos no famoso Imperador dos camarões. O ambiente do restaurante era uma delícia, bem na beira da praia, super gostoso. Pedimos uma jarra de suco de pitanga que foi um dos sucessos da viagem. Muito, muito bom! Em todo lugar eu só queria suco de pitanga, mas esse foi o melhor de todos. Aqui no Sudeste é difícil achar pitanga, lá quase todos os lugares tinham o suco.


A indicação do restaurante era o chiclete de camarão. Uma amiga já tinha comentado que era uma delícia e quando nós chegamos tinha um poster enorme na frente do restaurante falando desse prato. A ideia não me apetecia muito mas nós achamos que era meio obrigatório experimentar. Eu realmente não gostei muito. É um prato enorme com camarões e um monte (leia um monte!) de queijo derretido em cima. Achei pesado e enjoativo. Acompanhava batata frita e arroz à grega. Ah e o garçom ainda teve coragem de falar que tinha que ser o prato pra duas pessoas. Nós comemos menos de 1/3!


 Como nós gostamos muito do ambiente voltamos lá num outro dia, mas à noite. Ai sim! Pedimos uma porção de camarão ao alho e óleo que vinha com purê de batatas e torradas.
Hum, comeria de novo!

Eu aproveitei e tirei foto dessa luminária (não muito pertinente a este blog, mas mesmo assim linda). Eram várias espalhadas pelo restaurante e cada uma tinha um motivo diferente. Fiquei apaixonada e teria comprado se eles vendessem...rs


Eu já não lembro exatamente o que nós comemos em cada lugar. Mas sempre que nós chegávamos numa praia o guia já avisava qual era o prato "forte" da região. 
Seguindo algumas dicas nós comemos caranguejo...

Com martelinho e tudo!

 Lagosta...

Polvo...





Claro que eu destaquei os melhores, sempre tem coisas que a gente come e não valem a pena fotografar (ou a blogueira tá com tanta fome que esquece da foto!). Os frutos do mar de modo geral eram bem gostosos e o que a gente mais comeu foi camarão: frito, assado, ao alho e óleo, empanado, bobó, com molho de tomate...e por ai vai.

Eu também gostei muito da tapioca. De acordo com os alagoanos a tapioca de lá é a melhor do Brasil. Se é a melhor, não sei, mas eu gostei muito da combinação carne de sol com queijo coalho e banana.



Depois que eu comi essa, queria tapioca todo dia!

Essa era com carne de sol, nós provamos a mesma combinação com charque.
Na minha cabeça era meio confuso, achei que charque e carne de sol era mesma coisa, mas o garçom me explicou: charque é a nossa carne seca e carne de sol não é comum no Sudeste, segundo ele.

Dei uma olhadinha no Wikepedia e olha o que encontrei:

"Apesar de possuírem processos parecidos há uma grande diferença no sabor. A carne-de-sol é ligeiramente salgada e depois colocada para secar em local coberto e ventilado. O processo de secagem é rápido e o interior da carne fica úmido e macio. Já a carne seca leva mais sal e é empilhada em locais secos para sua desidratação. Após a secagem da carne ela é estendida em varal ao sol para completar sua desidratação. A carne seca é bem mais salgada se comparada com a carne-de-sol."


Eu gostei muito mais da carne de sol, além de menos salgada era mais saborosa. 
Indicaram pra gente um restaurante que era especializado em carne de sol, o Picuí. Foi a melhor refeição da viagem! Recomendo muiiiiito, aliás eu diria que é imperdível. Nós gastamos R$ 100,00 por casal, com vinho. Não é super barato, mas acredite, em alguns lugares você gasta mais que isso, come menos e pior! Vale a pena!

Nós pedimos um Jirimum Arretado: carne de sol em cubos, puxada na manteiga de garrafa, servida na abóbora com um delicioso molho cremoso de queijo coalho. Olha eu não sei se o sabor era da carne, da manteiga de garrafa, mas era um sabor que eu nunca tinha provado, maravilhoso.


E ainda acompanha macaxeira e arroz

Esse restaurante também era lindo e tinha uma decoração bem diferente...
Dá uma olhada na pia do banheiro...

Diferente né!

Eu voltei viciada em suco de caju, coisa que eu não gostava antes (e segundo meu marido isso é ótimo, já que é o suco mais barato...rs). Claro que os sucos lá são todos naturais, o que faz muita diferença. Também tomei muito sorvete de sabores diferentes tipo tamarindo e atemoia. Muitas cocadas...Foi bom demais. Recomendo Maceió pra todo mundo agora!

E pra terminar deixo essas fotos de um cajueiro no meio do restaurante...



Boa semana!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bolo de banana


Eu amo sobremesas de banana. Esse bolo é um dos meus preferidos por ser fácil de fazer, sempre dá certo e fica molhadinho.
Pra mim ele é praticamente a definição de comfort food. Sabe aquela comida que te abraça, que alegra não só o paladar mas o coração também? Ou que faz a gente lembrar da comida da vó ou da mãe? Pois pra mim isso é comfort food!

Essa receitinha eu peguei com a tia Carmen há muito tempo e repito sempre que posso. Dessa vez fiz só meia receita por causa daquele esquema aqui em casa: o Luis come 2 e eu como o resto. Então pra eu não me entregar à tentação do bolo que tá logo ali na cozinha, diminui a receita, por isso ele ficou meio baixinho. Outra alteração que eu fiz dessa vez foi colocar castanha do Brasil. Claro que é opcional mas eu gosto quando tem uma consistência diferente no meio do bolo pra mastigar e além disso, combinou bastante.
A minha intenção era colocar amêndoa picada. Afinal depois de 5 ou mais (já perdi a conta) tentativas frustradíssimas de macarons eu tinha bastante amêndoa sobrando em casa. Minha surpresa foi encontrar um pacote de quase meio quilo mofado inteiro. Inteiro mesmo, verde, amarelo, rosa, era até bonitinho de ver o colorido. Elas deviam estar meio úmidas quando guardei e eu não percebi! Judieira, foi tudo pro lixo! A sorte é que tinha outra castanha!

Chega de choramingos! Vamos à receita:

Ingredientes:
3 ovos
3 bananas nanicas (já fiz com a prata e dá certinho)
1 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
1 1/2 xícara de farinha de rosca
 1 1/2 xícara de açúcar (usei o cristal demerara)
1 colher de sopa rasa de fermento em pó
1 pitada de bicarbonato
1 colher de chá de canela (ou a gosto. Eu coloquei mais)
100g de castanha do Brasil (opcional)

Bata os ovos, as bananas, o leite e o óleo no liquidificador. Reserve.
Numa tigela misture os ingredientes secos, menos as castanhas.
Aos poucos junte a mistura líquida na seca. Adicione as castanhas.

Despeje em forma untada de buraco ou de bolo inglês. Leve ao forno médio pré-aquecido e faça o teste do palito pra ver se já está assado ( eu espero pelo menos uns 25/30 minutos antes de abrir o forno).

Depois de assado eu passei pra uma bandeja e polvilhei um pouco de canela e farinha de amêndoa (esta não tava mofada viu!).



Viu que fácil? Faz e me conta!

beijos