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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Restaurantes que visitamos em Orlando


Tá atrasado mas ainda vale: Um ano muito feliz pra todos nós, cheio de alegrias e sonhos realizados!!!

E ano passado eu realizei mais uma viagem de sonho: Orlando. Lá tudo é lindo e mágico, a diversão é garantidíssima, enfim uma viagem perfeita porque além de tudo isso ainda emagreci 2 kg!!! Pois é, a gente andava tanto que até perdi uns pneuzinhos rsrs

E quis fazer este post pra falar dos restaurantes, que foram bem poucos. Nos parques, às vezes nós comíamos turkey leg (uma coxa de peru gigante e maravilhosa) ou hambúrguer mas em geral levávamos lanche que eu preparava no hotel pra economizar tempo e dinheiro.
Comer nos parques é bem caro, em torno de 15 a 20 dólares por pessoa. Nós fomos em oito! parques. Este valor multiplicado por dois e convertido em real fica bem salgado se você contar almoço, jantar, bebida, sorvete... Além do mais, na hora do almoço as filas ficam imensas e eu e o Luis somos meio paranoicos de querer ir em todos os brinquedos possíveis.
É claro que às vezes nós parávamos pra comer, mas é bem prático ter um sanduíche na mochila e pegar na hora que sentir fome sem ter que sentar, pedir, esperar e etc.
Eu comprava potinhos de salada pronta individual e fazia sanduíche. Levava também pacotinhos com lanches (cenoura baby, frutas secas, maçã, blueberry, Doritos...)  para comermos ao longo do dia. Bom, nossa mochila era só comida rsrsrs. E a noite chegávamos tão cansados que não dava vontade de sair pra jantar, sabe quando você escolhe entre comer ou dormir? Então...
Em dias de compras comíamos em praças de alimentação, que são mais fracas que as nossas.

Eu sempre valorizo muito conhecer comidas diferentes em viagens, mas esta viagem tinha outro objetivo então optamos pela diversão. Restaurantes de verdade fomos apenas em dois.
Comemos muitos hot dogs deliciosos e hambúrgueres que eu fico até sem palavras! Mas a batata frita deles é campeã! Eu gosto de batata frita mas não sou fissurada. Só que a batata deles é sensacional, imperdível!

Os restaurantes que visitamos:

Eu infernizei a vida do Luis porque queria ir no Bubba Gump (aquele restaurante de camarão do filme Forrest Gump). E nós fomos! Decepção total... não era ruim, mas não tinha nada de especial. Era caro, as porções não eram muito bem servidas nem muito deliciosas.



O lugar é super fofo, bem decorado e tem ambiente agradável.  Essa parte eu adorei! O atendimento também era bom, mas me incomoda um pouco aquele jeito americano de ficar o tempo todo perguntando se está tudo bem e se você quer mais alguma coisa. E não é simpatia, eles querem apenas que você coma e vá embora rsrs. Isso eu estranhei muito já que nem aqui no Brasil nem em outros países que já visitamos isso acontecia. 


Camarão empanado com coco ralado


Nós pedimos esse mix de petiscos de camarão. O melhor era um que vinha empanado em coco ralado, os outros eram normais. Como tudo era pouco acabamos pedindo uma porção inteira desse camarão no coco. Também era pequena mas nós ficamos bem. Mais uma Coca e um ice tea e uma conta de 60 dólares!
 Minha amiga Má disse que o sanduíche de camarão é imperdível, mas infelizmente eu não lembrei que ela tinha me dado essa informação semanas antes rsrs

Olive Garden
Este restaurante é um queridinho dos turistas brasileiros. Já tinha lido muita gente falando bem dele na internet mas não imaginava que era tão bom! Um restaurante de massas com preço ótimo. Infelizmente esqueci de tirar fotos do lado de fora. 
Tem muitos Olive Garden lá. Em todo lugar que nós íamos topávamos com ele.
A unidade que visitamos era em Kissimmee, na Irlo Bronson, pertinho do nosso hotel.
O atendimento foi simpático, rápido e eficiente.
O ambiente é uma delícia





Eu pedi um fettuccini com camarão e o Luis um ravióli com ragu de cogumelos. Não sei dizer qual era melhor. Estava tudo maravilhoso. Ah e vinha uma saladinha bem boa acompanhando! Vinha um pãozinho de entrada que era cortesia. Mais uma Coca e um ice tea (sempre assim!) e uma conta de menos de 40 dólares!
Imperdível!

O último parque que visitamos foi o Epcot. Lá nós almoçamos num fast food de comida alemã (adorooooo) e eu lembrei de tirar fotos. Nada sofisticado: um hot dog de salsicha alemã com chucrute e ice tea pra mim e Coca pro marido.

O tamanho dos copos me impressionava...


Essa batata frita era tipo chips com páprica e curry. Eu lembro que nós já estávamos explodindo muito satisfeitos, mas não conseguíamos parar de comer. Era bom demais!!! Ai que saudade das férias....

Em breve eu volto pra contar as coisas bacanas que eu comprei pra quitutar!
Boa semana!!!

domingo, 20 de novembro de 2011

Ai que saudade do céu, do sal, do sol de Maceió!

Entendeu porque eu tô com saudade de Maceió?
Esse é o refrão de uma música que, nós turistas, ouvimos em Maceió o dia inteiro, em diversos ritmos diferentes: forró, pagode, samba, balada romântica...No fim a gente acaba rindo muito da situação e lógico, aprende a cantar a música...rs
Maceió é um lugar maravilhoso. Praias lindas com águas mornas, sol muito sol, camarões, sorvetes, tapiocas, sucos...aiai que saudade de Maceió!

No primeiro dia de viagem, passeamos pelas praias urbanas perto do hotel. Almoçamos no famoso Imperador dos camarões. O ambiente do restaurante era uma delícia, bem na beira da praia, super gostoso. Pedimos uma jarra de suco de pitanga que foi um dos sucessos da viagem. Muito, muito bom! Em todo lugar eu só queria suco de pitanga, mas esse foi o melhor de todos. Aqui no Sudeste é difícil achar pitanga, lá quase todos os lugares tinham o suco.


A indicação do restaurante era o chiclete de camarão. Uma amiga já tinha comentado que era uma delícia e quando nós chegamos tinha um poster enorme na frente do restaurante falando desse prato. A ideia não me apetecia muito mas nós achamos que era meio obrigatório experimentar. Eu realmente não gostei muito. É um prato enorme com camarões e um monte (leia um monte!) de queijo derretido em cima. Achei pesado e enjoativo. Acompanhava batata frita e arroz à grega. Ah e o garçom ainda teve coragem de falar que tinha que ser o prato pra duas pessoas. Nós comemos menos de 1/3!


 Como nós gostamos muito do ambiente voltamos lá num outro dia, mas à noite. Ai sim! Pedimos uma porção de camarão ao alho e óleo que vinha com purê de batatas e torradas.
Hum, comeria de novo!

Eu aproveitei e tirei foto dessa luminária (não muito pertinente a este blog, mas mesmo assim linda). Eram várias espalhadas pelo restaurante e cada uma tinha um motivo diferente. Fiquei apaixonada e teria comprado se eles vendessem...rs


Eu já não lembro exatamente o que nós comemos em cada lugar. Mas sempre que nós chegávamos numa praia o guia já avisava qual era o prato "forte" da região. 
Seguindo algumas dicas nós comemos caranguejo...

Com martelinho e tudo!

 Lagosta...

Polvo...





Claro que eu destaquei os melhores, sempre tem coisas que a gente come e não valem a pena fotografar (ou a blogueira tá com tanta fome que esquece da foto!). Os frutos do mar de modo geral eram bem gostosos e o que a gente mais comeu foi camarão: frito, assado, ao alho e óleo, empanado, bobó, com molho de tomate...e por ai vai.

Eu também gostei muito da tapioca. De acordo com os alagoanos a tapioca de lá é a melhor do Brasil. Se é a melhor, não sei, mas eu gostei muito da combinação carne de sol com queijo coalho e banana.



Depois que eu comi essa, queria tapioca todo dia!

Essa era com carne de sol, nós provamos a mesma combinação com charque.
Na minha cabeça era meio confuso, achei que charque e carne de sol era mesma coisa, mas o garçom me explicou: charque é a nossa carne seca e carne de sol não é comum no Sudeste, segundo ele.

Dei uma olhadinha no Wikepedia e olha o que encontrei:

"Apesar de possuírem processos parecidos há uma grande diferença no sabor. A carne-de-sol é ligeiramente salgada e depois colocada para secar em local coberto e ventilado. O processo de secagem é rápido e o interior da carne fica úmido e macio. Já a carne seca leva mais sal e é empilhada em locais secos para sua desidratação. Após a secagem da carne ela é estendida em varal ao sol para completar sua desidratação. A carne seca é bem mais salgada se comparada com a carne-de-sol."


Eu gostei muito mais da carne de sol, além de menos salgada era mais saborosa. 
Indicaram pra gente um restaurante que era especializado em carne de sol, o Picuí. Foi a melhor refeição da viagem! Recomendo muiiiiito, aliás eu diria que é imperdível. Nós gastamos R$ 100,00 por casal, com vinho. Não é super barato, mas acredite, em alguns lugares você gasta mais que isso, come menos e pior! Vale a pena!

Nós pedimos um Jirimum Arretado: carne de sol em cubos, puxada na manteiga de garrafa, servida na abóbora com um delicioso molho cremoso de queijo coalho. Olha eu não sei se o sabor era da carne, da manteiga de garrafa, mas era um sabor que eu nunca tinha provado, maravilhoso.


E ainda acompanha macaxeira e arroz

Esse restaurante também era lindo e tinha uma decoração bem diferente...
Dá uma olhada na pia do banheiro...

Diferente né!

Eu voltei viciada em suco de caju, coisa que eu não gostava antes (e segundo meu marido isso é ótimo, já que é o suco mais barato...rs). Claro que os sucos lá são todos naturais, o que faz muita diferença. Também tomei muito sorvete de sabores diferentes tipo tamarindo e atemoia. Muitas cocadas...Foi bom demais. Recomendo Maceió pra todo mundo agora!

E pra terminar deixo essas fotos de um cajueiro no meio do restaurante...



Boa semana!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Amei Manaus!

Encontro do Rio Negro com Rio Solimões

Foi uma surpresa boa. Nas duas semanas antes de viajar eu trabalhei muito, tive um monte de encomendas (graças a Deus!), queria deixar umas comidas congeladas pro maridinho que ia ficar meio abandonado, enfim, foi um ritmo tão frenético que eu não consegui pensar na viagem ou mesmo ler e pesquisar sobre o que ia ter de bom em Manaus.
É claro que ia ser bom de qualquer jeito, afinal eu fui até lá por causa do Rafa, meu irmão, mas Manaus se mostrou uma cidade bonita, alegre (como todas as cidades, tem lugares menos agradáveis aos olhos rs) , que me agradou muito pela mistura de natureza e modernidade, pelas pessoas simpáticas e calorosas e pela infinidade de sabores de sorvete...
Nem preciso falar que eu tomei baldes de sorvete ne? E que esses baldes associados com os camarõezinhos fritos (da parte 2 das férias em Maceió) me deixaram de herança uns quilos a mais. Enfim, isso é outra história, vamos falar de Manaus. Uma semana foi pouco para experimentar tudo que eu gostaria. Muitas coisas eu fotografei pra postar aqui sem provar. Muitas eu provei e não fotografei (afinal ficava chato ir jantar na casa de alguém e ficar tirando foto da comida!).


A primeira coisa que eu comi lá foi um caldinho de peixe chamado mujica. Lembra um pouco pirão de peixe. Eu me apaixonei e lotei meu caldinho de coentro. Lá tudo leva coentro e eu adoro! Mas engraçado que em casa eu não tenho hábito de usar porque eu não lembro de comprar.
O caldinho que eu comi e comi e comi

Depois do caldinho vieram pratos de peixes fritos e grelhados junto com batata frita, banana frita (lá banana frita acompanha quase tudo) e arroz.
Eu não fotografei os peixes, infelizmente, mas posso contar pra vocês que experimentei pirarucu, tucunaré, tambaqui... grelhados, fritos, assados, ensopados. Em geral eu não sou chegada em peixe ensopado mas o que mais me agradou lá foi um prato chamado caldeirada. Imagine o peixe ensopado com um caldo ralo, tipo água mesmo (lá eles não usam leite de coco, diferente de Maceió, que tuuudo levava coco e leite de coco...rs) com temperos, alguns legumes, ovos cozidos. Ai você come acompanhado de arroz e farinha de mandioca. Dá uma olhada na farinha...



A farinha de mandioca lá é granulada, os grãos parecem bolinhas mesmo. Quanto mais refinados os grãos, mais nobre a farinha. A mais refinada e mais fácil de comer é chamada de uarini. Os grãos são bem duros, mas misturados no caldinho (mujica) ou na caldeirada ficam mais macios e a combinação é perfeita.
Outra farinha legal é a de tapioca que dá pra fazer bolo, bolinho, pudim... Eu comi o pudim, trouxe 2 kg de farinha e assim que sair a receita conto pra vocês.


A farinha de tapioca também não parece com as farinhas que estamos acostumadas, são bolinhas brancas que lembram sagu.

Tem uma região lá que eles chamam de Manaus Moderna que é uma zona de comércio com bancas de feira, lojas e o Mercado Municipal de Manaus. As fotos das farinhas e das frutas foram tiradas no Mercado Municipal. Era até engraçado porque os donos das bancas me viam com a câmera na mão e já começavam a explicar o que eram os produtos e alguns até davam pra gente experimentar.

 


O artesanato de semente de guaraná é super comum lá (eu tenho um brinquinho!!! rs). Esse eu experimentei. O moço falou pra apertar a semente pra sair a casquinha, a parte brilhante, aí ficou essa bolinha na minha mão. Depois é só chupar. O gosto? Amargo, muito amargo, tem um fundo de guaraná, mas beeeem no fundo. Gostei não...


 Essa fruta amarelinha da esquerda chama abiu. Tinha árvore de abiu em todo lugar mas eu não experimentei porque sempre tava bichado! A fruta do lado é o jambo rosa. Quando eu era criança, na nossa chácara tinha um tipo de jambo que, na minha lembrança, era meio amarelado e tinha um gosto docinho, meio perfumado. Eu comprei esse achando que ia ser parecido, mas não era. Segundo o Rafa já tava fora de época, mas era um pouco perfumado, bem pouco.


Essa fruta engraçadinha é o jenipapo. Não tive oportunidade de provar, mas de acordo com meu irmão suco de jenipapo parece suco de ferrugem (que, aliás, eu também nunca provei).


Eu chutei abóbora e melancia mas o moço da banca me disse calmamente que é um melão rsrsrs, juro ele disse e falou pra eu cheirar. E tinha o melhor cheiro de melão que eu me lembro!


Essa frutinha chama tucumã...
Com casca

Sem casca    


Essa eu provei. Minha mãe acha lembra abacate. Eu e titia achamos que lembra coquinho. Sabe coquinho amarelo, bem pequeno com caroço grande, então parece isso. Mas você não imagina como eles comem tucumã em Manaus! No sanduíche! Isso, junto com queijo ou hamburguer. Ah e tem também tapioca de quijo coalho com tucumã!!! Interessante né!

Uma coisa que eu achei curiosa é que lá eles quase não comem salada verde, foi muito difícil de nós acharmos alface. Quando encontramos era um macinho micro que custava R$3,00! Ai eu entendi porque o Rafa quando vem pra SP e a gente pergunta o que ele quer comer ele pede salada! 

O que mais me deixava louca mesmo era a sorveteria. Eu sou fascinada por sorvete (eu ainda vou ter uma sorveteria Kitchen Aid!) e todos aqueles sabores incríveis! Até o de abacaxi lá era diferente. Mas o campeão foi o de cupuaçu! Eu tomei muito, muito! Teve um dia que eu fiz o Rafa entrar na sorveteria três vezes pra pegar mais sorvete pra mim! Gente, era bom demais! (entendeu agora os kgs a mais?)

Menos típico em Manaus e mais típico da minha família... a tia Clarice (tão famosa em Manaus como em SP!) organizou um jantar árabe para todos os missionários. Foi simples porque eram muitas pessoas, mas tava um espetáculoooo!






 Espero que vocês tenham gostado da voltinha por Manaus. Num outro post eu passo a receitinha do quibe e do tabule (a esfiha ainda não sei fazer...).
Daqui uns dias eu volto contando as mil maneiras de se comer camarão em Maceió!

Beijinhos e boa semana!

sábado, 23 de julho de 2011

London, London


E para terminar meus relatos gastronômicos de viagem, vamos a Londres.
Quando nós decidimos ir a Londres a única coisa que eu sabia é que queria ir ao restaurante do Jamie Oliver. A princípio pensei no Fifteen, aquele que já tem em vários países e ele recruta 15 jovens carentes para aprender a cozinhar e tocar o restaurante.
Pesquisando na internet descobri diversas opiniões não muito boas em relação ao Fifteen. Por outro lado vi muitas pessoas falando bem do Jamie´s Italian. Inclusive no blog A viagem certa, da Claudia. Eu segui até as recomendações de prato dela e não me arrependi...
Lá fora...

Lá dentro
O restaurante é bem descontraído, simples e os preços são pagáveis mas não muito baratos (dá pra olhar o cardápio no site do Jamie fofinho Oliver)! Com certeza foi a refeição mais cara que fizemos em Londres (lá é tudo suuuuper caro, bate Paris!)
De entrada eu pedi uma bruschetta de ricota com tomate. O recheio era cremoso com tomate bem temperadinho e umas folhinhas de manjericão...hum...muito bom.
Sem flash...

...com flash, pra vocês verem melhor!

A do Luis foi muito legal. Eram azeitonas gigantescas, macias e suculentas! Nunca vi azeitona desse tamanho! Elas vinham no gelo e esse potinho no meio vinha com um patê (que eu não lembro, mas era bom) e pizza branca.


Meu prato principal era um risoto de trufas negras, parmesão e manteiga. Era uma delicia, mas eu tive que colocar um pouco de sal. Eu achei o máximo pela experiência, já que eu nunca tinha comido trufa...chiquérrimooooo.

O Luis pediu um ravióli de mussarela de búfala, limão e hortelã que também era maravilhoso.

Nós só achamos a quantidade pouca. Suficiente, mas eu, gorda que sou, comeria mais.
Para beber nós pedimos uma cerveja italiana chamada Messina que agradou bastante!

A sobremesa foi meio decepcionante. Eu escolhi uma torta de massa folhada com recheio de limão. Vinham 3 framboesas beeeem azedas em cima e uma bolota de creme (eu achei que era crème fraiche, mas depois pesquisando na internet, fiquei meio na dúvida porque era bem espesso). O recheio de limão era super doce e o creme tinha um  gosto super forte de manteiga. Foi a parte chata... acho que eu devia ter pedido alguma coisa com chocolate pra diminuir a chance de errar...rs
Eu sei que as fotos estão ruins e algumas eu até tive que tirar com flash porque sem ele não aparecia nada, mas é que o restaurante era super escuro (e a fotógrafa não muito boa).

No nosso último dia em Londres nós fomos para Greenwich. Chegando lá descobrimos um mercado cheio de bancas e lojinhas com comidas do mundo inteiro além de artesanato, roupas, bijuterias etc. Eu fiquei enlouquecida!  Nós paramos na barraca indiana e comemos samosas que são pasteizinhos triangulares recheados de legumes ou de carne. Nós comemos um de legumes e um de cordeiro. Depois, parei em outra barraca que também tinha samosas, só vegetarianas. Algumas eram de legumes e outras de lentilha. Essa de lentilha foi uma surpresa porque eu nunca tinha comido e ameeei. Acabei não tirando muitas fotos porque o lugar estava abarrotado de gente e não tinha muita oportunidade pra parar e fotografar nossas comidinhas.







Samosas!

Comida indiana...ai o cheirinho era tã bom...

Mais indiana...

Comprei também um brownie de chocolate com caramelo. Não tenho palavras pra ele...eu sou suspeita porque adoro caramelo com chocolate, mas esse era bom mesmo. Até o Luis que não é chegado deu varias mordidas.


Não foram muitas aventuras gastronômicas em Londres. O fish and chips foi uma decepção enorme. Super gorduroso, sem sal, sem tempero.

Eu não consegui ir em nenhum restaurante indiano lá (meu tio disse que os melhores estão em Londres!) mas comprei diversos temperos e pastinhas prontas, além de um pacote de cardamomo em grãos (que aqui é meio caro, sabe)... O único problema é que esses temperos prontos são tãaaaaaao picantes que eu só consigo usar um pouco por vez...rsrs

E aqui termina nossa viagem! Eu tô pronta pra outra mas meu marido disse pra eu me controlar que a vida não é assim...rsrsrs
Como eu sou vidrada em comida, uma das partes mais legais da viagem, para mim, é ver e provar a culinária local, dentro das nossas possibilidades claro! Por isso eu quis dividir minhas experiências com vocês! Espero que vocês tenham se divertido.

Se alguém tiver interesse, nós usamos os seguintes guias:
O Guia do Viajante Independente na Europa (tem site também http://oviajante.uol.com.br). Esse é sem dúvida o melhor, apesar de não ter indicações de restaurantes, por exemplo.
Guia Essencial Barcelona
Guia Essencial Londres
Guia Essencial Paris
Guia do turista brasileiro em Paris
Nós somos meio exagerados (entenda o Luis que não leu nenhum deles e ainda deu a desculpa de que comprou para eu ler, porque eu sou a guia de viagem...), mas cada guia teve sua contribuição. Pra não carregar muito peso eu xeroquei as partes que importavam e ia jogando fora no fim de cada etapa da viagem. Mapas, nós pedíamos no hotel ou metrô.
Além disso, o google é essencial quando você programa uma viagem (eu não consigo lembrar muito bem como era o mundo antes da internet...hihi) porque existem milhões de blogs e sites legais onde a gente conhece os lugares antes de chegar neles!

Um ótimo fim de semana!
Beijinhos